*** FESTA DO BARCO DIA 06/09. NÃO PERCAM!!! *** ........ Principais Manchetes: ........ (LE MONDE DIPLOMATIQUE) Panamá declara apoio às negociações diplomáticas com Colômbia ........ (LE MONDE DIPLOMATIQUE) Tamiflu a a polêmica questão da patente .......... (PRAVDA) Longe dos olhares alheios, clima esquenta nas sessões .......... (AL JAZEERA) C.S. Discute Reconstrução Afegã .......... (PRAVDA) Bravura e Glória Soviética na reunião do Pacto de Varsóvia .......... (N.Y. TIMES) JFK: "A humanidade tem de acabar com a guerra antes que a guerra acabe com a humanidade." ..........

sábado, 5 de setembro de 2009

Cerimônia de Abertura da 8ª Edição da SiONU, 4 de Setembro de 2009.

Após uma bela apresentação em vídeo sobre a proposta principal da Simulação, a primeira mesa foi convocada, composta pelo Professor do curso de Relações Internacionais da Universidade Estácio de Sá Oscar Lins, pelo também Professor e Coordenador do curso Ronald Paschoal, pelo Embaixador aposentado Guilherme Luiz Leite Ribeiro e pelo Diplomata Breno Hermann.
O professor Ronald exaltou a 8ª Edição da SiONU e os 25 anos do curso de Relações Internacionais da Estácio, dizendo que o evento traz a discussão de importantes temas na construção da sociedade. Também realizou agradecimentos aos organizadores, os alunos, e ao Itamaraty pelas instalações.
Em seguida Breno transmitiu um pouco de seu trabalho como Diplomata, dizendo que as funções executadas por essa profissão vão além do escritório. Deu um breve histórico da Organização das Nações Unidas e sua importância para as Relações Internacionais, falando sobre a estrutura do Conselho de Segurança e da Assembléia Geral e suas atuações em momentos importantes como a questão de Suez. Ressaltou a evolução da atuação das missões de paz, pois até o fim da Guerra Fria o objetivo destas era meramente a manutenção da paz; já a partir da década de 90 as missões ganharam caráter multidisciplinar, visando também a segurança e o bem geral das populações, atuando na garantia de infra-estrutura e saneamento. Além disso, o Diplomata ainda exaltou a participação do Brasil nas missões de paz desde sua atuação na Grécia em 1948, passando pelos anos da Guerra Fria e passando a ceder tropas e funcionários para as Nações Unidas, sendo atualmente o 20º contribuinte de tropas.
Falou sobre a expansão das áreas de atuação da ONU no pós-Guerra Fria e sobre a atual necessidade de reformulação da estrutura do Conselho de Segurança, afirmando que a ausência de mudanças é uma ameaça à ONU, pois esta carece de legitimidade por seus próprios membros.
O próximo palestrante, Guilherme Ribeiro, falou sobre o nascimento da diplomacia dentro da história do mundo, com as negociações entre países e comentou que a diplomacia é uma arte, pois exige qualidades como modéstia, calma, bom temperamento, paciência, lealdade, capacidade de relacionamento, bom humor, discrição, raciocínio rápido, etc. Também criticou o grande número de vagas para Diplomatas nos concursos atualmente, quando se deveria ter mais conhecimento e pessoal técnico, pois Diplomatas acabam tendo que exercer funções de escritório. Descontraindo o clima da palestra, conversou sobre diversos momentos da atuação de Diplomatas, citando episódios cômicos.
Finalmente o professor Ronald voltou a tomar a palavra e frisou a importância dos conselhos de todos os palestrantes não somente na vida diplomática, mas também no futuro e no dia a dia de todos.
A segunda mesa foi composta para dar abertura oficial à 8ª Edição da SiONU e contou com as presenças da Professora e Coordenadora-Geral do curso de Relações Internacionais da Estácio Solange Pastana, da Secretária da ONU Evelyn Rocha, da Secretária-Geral da SiONU Thereza Julieta e do Diretor Acadêmico da SiONU Gabriel Buzzi. Após a apresentação do Hino Nacional a palavra foi dada à professora Solange, que fez um discurso sobre a fundação e a trajetória do curso de Relações Internacionais ao longo de seus 25 anos, encerrando com votos de sucesso aos participantes da SiONU.

SiONU 2009

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

O Fantástico Mundo dos Diplomatas

Nem mesmo a fervilhante mente de Tolkien conseguiria ser tão criativa quanto as de alguns delegados que durante a 7ª edição da SiONU resolveram fundar novos países que talvez só consigam algum reconhecimento e legitimidade no Fantástico Mundo dos Diplomatas. Onde afinal é esse mundo?!?

Por exemplo, no Comitê para Políticas Especiais e Descolonização, cujo assunto levantado foi a questão do estado curdo, a Delegada da Austrália afirmou a existência de um certo reino homônimo no qual ela ali representava. Apesar de passar aparentemente desapercebido, o fato de uma monarquia australiana revela-se interessante. Teria ela discretamente se separado da sua histórica ligação com o Reino Unido (e a Commonwealth) enquanto a grande rainha-mãe, Elizabeth II, assiste a um distante primo ou filho perdido tomar posse em um país distante, tal como aconteceu há mais de dois séculos com a exótica monarquia brasileira? Seriam os australianos o primeiro reino "ocidental" de fato na distante Oceania, ou o símbolo de sua família real o coala? Deus salve a nova rainha, e que nos avise de tal ato tão importante para a diplomacia mundial.

Que diriam os habitantes da Nova Zelândia? Adotarão o kiwi como mascote?

Aguardamos mais notícias de uma onda de separatismos e fundação de reinos por todas as ilhas da região. Antes que elas afundem.



Outros inusitados exemplos:

República Federativa Russa (fundado pela República da Coréia, no ECOSOC);

Reino Unido da América (fundado pela Mesa de Diretores, no SPECPOL);

Reino Russo (fundado pela Federação Russa, no ECOSOC);

República do Reino Unido (fundado pela República Federativa do Brasil, no ECOSOC).

Estamos de olho nas novas fantasiosas potências emergentes para, quem sabe, encontrar um novo lar para o Senhor dos Anéis, em pleno século XXI.

Festa do barco adiada

Devido ao mau tempo e previsão de chuva, a festa do barco foi adiada para amanhã (22/11).

Mas, segue uma boa notícia:
Devido ao esgotamento de todos os ingressos, a organização conseguiu contratar um barco ainda maior, onde caberá ainda mais pessoas.

Agora você e seus amigos não têm mais motivos para não ir!

A festa promete ser um evento inesquecível!!

Comunicado: Festa do Barco

Aqui segue uma das mais relevantes notícias da SiONU:

HOJE (21/11) ocorre a nossa tradicional Festa do Barco!!

Bebida e comida liberadas a noite inteira, embalados por muita música e animação.

É o momento ideal para fazer novos amigos, se divertir com o pessoal da SiONU, ou mesmo investir naquela pessoa que você anda flertando desde que começaram as simulações.

O barco sairá da Marina da Glória às 22h, regressará as 2h para um primeira parada e finalizará as 4h da manha.

Garanta já o seu ingresso na Administração da SiONU!!

Importante
: Atendendo a pedidos, neste ano está liberada a entrada de pessoas de fora da SiONU. Então, aproveite e chame os seus amigos para essa imperdível festa!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Discursos de Abertura da 7ª SiONU ressaltam a necessidade de mudanças estruturais na ONU

Rio de Janeiro. Às 20h00min do dia 19 de novembro de 2008, o auditório do campus Tom Jobim, da Universidade Estácio de Sá foi palco da abertura da sétima edição da SiONU que contou com a participação especial do Exmo. Cônsul da França, Sr. Hugues Goisbault, e do Ilmo. Diretor do Centro de Informação das Nações Unidas/RJ, Sr. Giancarlo Summa. A mesa de honra, na maior parte do tempo, girou sobre um dos principais temas que rondam o cenário internacional: a atual relevância da Organização das Nações Unidas e a necessidade de alterações internas. Assunto este que, através de substanciais discursos, dinamizou os debates que o seguiram.
A Coordenadora-Geral do Curso de Relações Internacionais, Sra. Solange Pastana, em seu discurso abrangeu assuntos de grande valor como a autonomia da organização, soberania dos Estados e além da necessidade de uma reforma na ONU. Segundo ela, a chave de um futuro mais pacífico seria negociações e acordos com maiores freqüência e por um meio mais “diplomática”. Em seguida, a palavra foi passada para o Sr. Goisbault:
“Quando se trata de segurança, direitos humanos, questões econômicas, sociais e de desenvolvimento, a ONU é o fórum mais legítimo e que melhor garante a conservação entre os Estados”.
No que tange as reformas estruturais o foco foi dado a duas propostas. Uma do G4, Japão, Alemanha, Brasil e Índia, sobre a criação de mais seis novos assentos no Conselho de Segurança, sendo quatro deles membros do G4, e mais dois Estados africanos a serem posteriormente definidos. Outra foi a dos Estados Africanos que defendem a idéia da criação de dois assentos permanentes com direito a veto e mais dois Estados Africanos.
Segundo o Sr. Goisbault, a França, diferente de alguns membros do C.S. ao se posicionar favoravelmente a proposta defendida pelo G4. Uma vez que tal projeto vem sendo questionando por países como Itália, Paquistão, México e Argentina. Um dos maiores problemas, de acordo com o Cônsul, seria a divergência de interesses dos países membros.
Outro ponto colocado em pauta, pelo representante francês, foi a questão ambiental que até hoje não tem um órgão de representatividade na ONU. A proposta da do país é justamente a formação desse órgão. Porém, apesar do projeto ser encorajador, ainda existe um grande processo de resgate da credibilidade da instituição.
O ponto levantado pelo Sr. Giancarlo Summa foi quanto a Declaração dos Direitos Humanos da ONU, assinada em 1968, onde pela primeira vez foi firmada, em um documento político, a igualdade de todos os seres humanos. O temor do retorno a 2 ª Guerra Mundial, durante Guerra Fria, fez com que fosse necessário um documento que invalide tal prática. Atualmente, de acordo com o diretor, não existem mais confrontos estatais e sim, civis. Da mesma forma é citada a intervenção norte-americana ao Iraque, classificada como uma guerra “sem fins”.
O Diretor também citou a atual crise financeira, defendeu uma reformulação no histórico acordo de Bretton Woods, e compartilhou as opiniões sobre a importância de uma revisão na estrutura da Organização das Nações Unidas, afirmando que “há a necessidade de uma reforma também para responder essa grande emergência de atores”.
Por fim, a palavra foi passada para o Sr. Paulo Thiago Pires Soares, mestrado em R.I e recém ingressado na carreira diplomática, que em seu discurso defendeu a multilateralismo e o peacebuilding além de assuntos de extrema relevância, como a capacidade da ONU em estabelecer a legitimidade de ações internacionais e assistência humanitária.

Ruptura Histórica entre EUA e Israel?

(LE MONDE DIPLOMATIQUE) Relevantes discussões se fizeram presentes hoje acerca da criação de um Estado Curdo no Comitê de Políticas Especiais e Descolonização (SPECPOL). Porém, pelo debate ter se pautado em termos técnicos, havendo divergências sobre a definição do que vem a ser terrorismo, pouco resultado gerou...

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